Umumbigo


barro
Maio 22, 2014, 11:58 am
Filed under: nostalgias

CLXXVI

Para moldar o barro é preciso saber amar. É preciso saber deixar uma marca profunda como o ganadeiro que grava o sinal no bezerro. Ou algo como rir à toa sem razão de rir, sabendo sempre que o riso nunca tem razão.

Moldar o barro é um prolongamento das mãos e das ideias. Da ideia nasce a taça ou prato, das mãos da forma triangular a redonda. Depois de soprar garrafas de vidro, Bianca iniciou-se na aventura do barro. E depressa toda a rua viu em exclamação que conseguia compreendê-lo como ninguém para moldá-lo com amor.

 

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