Umumbigo


cócoras
Junho 23, 2014, 1:29 pm
Filed under: nostalgias

CCVII

De cócoras na areia molhada, primitivo, colocou as mãos em forma de concha para apanhar a espuma da onda desfeita. Molhou a cara, molhou os ombros fortes. Bebeu um gole de água salgada. Pensou no olhar de Guida e em como o iria desarmar. Mar ficou contemplando o mar e a força da rebentação que destruiu uma construção de areia de algum miúdo feliz que ali estivera. A força tudo pode, disse em voz alta.

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