Umumbigo


matilde
Abril 12, 2015, 9:37 pm
Filed under: poesia

como é usar camisa de ganga

e ser poeta da alegria

não duvidar da magia

do quotidiano

do cometa

dedo no chinelo

e nuvem de cabelos sem regra

não tolerar reticências

isso não

subir a montanha

entrar na fenda

escura

trincando o medo, sorrindo ao medo

(o jeito é desinteressado)

– podem matá-las,

por favor?

(talvez expoente máximo

do interesse em tudo)

não sabem

o mundo que cresce

num ponto final

não sabem o mundo

eminente num sinal de perigo

nem mesmo desacelerar

a subida do sol

quando acendo os olhos

no sal

e há

finalmente mar.

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